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Glaucoma1

A grande maioria dos casos de glaucoma ocorre por um “defeito de fábrica” – as pessoas já nascem “programadas” para ter a doença, ou seja, não é nada do que o paciente fez ou deixou de fazer. Existem alguns glaucomas chamados secundários, que ocorrem devido a traumas oculares, algumas doenças (artrite reumatoide e diabetes, por exemplo) e/ou uso de algumas medicações (como corticoides).

O glaucoma é uma doença crônica que atinge o nervo óptico, estrutura responsável por conectar o que o olho enxerga com o cérebro para formar a visão. A pressão intraocular suficientemente elevada machuca o nervo óptico progressivamente e, infelizmente, não é possível recuperar as partes do nervo que foram lesadas. Assim, o glaucoma não tratado corretamente pode levar à perda permanente da visão.

Glaucoma primário de ângulo aberto1

Esse é o tipo mais comum dos glaucomas. Um problema no sistema de drenagem interno (“encanamento”) do olho faz com que a pressão intraocular fique suficientemente alta, com a consequente lesão do nervo óptico. Evolui, geralmente, de maneira lenta e progressiva, e os pacientes normalmente não percebem nada de errado com a visão.

Glaucoma de ângulo fechado1

Esse é o segundo tipo mais comum, no qual o problema é uma obstrução da abertura do sistema de drenagem (“fechamento do ralo”). Essa obstrução pode ocorrer de maneira rápida e extensa, resultando em aumento súbito da pressão intraocular, dor forte, enjoo e visão turva. Essa situação mais grave é chamada de glaucoma agudo, mas felizmente representa uma pequena parte dos casos de glaucoma de ângulo fechado. A maioria evolui de maneira mais lenta e sem sintomas.

Glaucoma secundário1

Quando o glaucoma ocorre por algum outro fator que leva ao aumento da pressão intraocular, como trauma, uso de medicação à base de corticoide, tumores, inflamações, hipertensão arterial e diabetes.

Glaucoma congênito1

Esse tipo afeta bebês e crianças pequenas, e é resultado de um erro na formação do sistema de drenagem do olho, causando o aumento da pressão intraocular logo ao nascimento ou nos primeiros meses de vida. Os sinais de alerta são um olho grande e sem brilho, lacrimejamento, grande sensibilidade à luz, que faz com que a criança fique com as pálpebras bem fechadas em ambientes muito iluminados.

Referências

  1. Sociedade Brasileira de Glaucoma e Conselho Brasileiro de Oftalmologia. Entenda o glaucoma. Disponível em: https://www.24hpeloglaucoma.com.br/entendaoglaucoma. Acessado em 28 de janeiro de 2025.

Este material informativo não substitui a conversa com um médico, pois apenas esse profissional poderá te orientar sobre a prevenção de doenças e o uso adequado de medicamentos. Não tome nenhum medicamento sem ter recebido orientação médica.

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